
Deus os levava. As previdências eram tomadas por
Deus. Não há acidentes para aqueles que andam na
vontade de
Deus. Deus mesmo escolhera o caminho para o seu povo. Esse caminho
será sem acidentes.

(Ex 13.17, ver tb 3.17). "Tendo Faraó deixado ir o
povo...Deus os levou Israel. Deixaram de ser servos do Egito para
ter outro Senhor. Foram libertos de uma escravidão para
entrar em outra: a escravidão do amor e da graça.
"Os Judeus não estavam preparados para enfrentar os
Filisteus"(1 Co 10.13). Em previsão amorosa, Deus
escolheu o caminho mais longo para seu povo. (Sl 103.13,14).

1.1 Alguns princípios da Estrada mais longa:

a) Vamos analisar primeiro o outro lado. O princípio do
caminho mais curto:
Esse é o caminho do mundo; do julgamento; da aceitação
humana.

b) Esse caminho que Deus rejeitou é conhecido no mundo
como atalho: caminhos dos atrativos e humanos; das inclinações.
Os homens gostam desse caminho para fugir da monotonia. Muitos
entram pelo caminho da luxúria etc. Esse é o caminho
da mentira, do engano, do suborno, da fuga, da mudança
desnecessária etc.

c) Exemplos: Esaú escolheu o caminho mis curto quando vendeu
sua
primogenitura por um prato de comida. Hipotecou o futuro em troca
de lucros imediatos; Ver Mt 7.13,14;Lc 13.24). O caminho é
estreito. Demas; Saul; Judas;Simão o mágico; Geazi
etc. 1.2 A estrada mais longa inverte a ordem: É uma caminhada
pela fé, e não pela vista.
Caracteriza-se por uma disposição de esperar, confiar
em Deus. Devemos ter certeza de que o caminho do Senhor é
o melhor. Cada filho de Deus deve entender que não há
sucesso sem sacrifício, e nenhuma recompensa sem trabalho.
É preciso que haja obediência, antes que as bênçãos
sejam concedidas. Na obediência está também
a renúncia. A providência da estrada longa era levá-los
a uma fé perfeita em Deus. Educá-los. Essa é
a pedagogia de Deus.